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Viver com gratidão: uma conversa com Marie Gubi
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Viver com gratidão: uma conversa com Marie Gubi

Diagnosticada com um tumor cerebral em tenra idade, a experiência de Marie-Therese Gubi foi marcada por desafios, mas também por uma força inabalável, um forte apoio familiar e um espírito notável. Hoje em dia, Marie-Therese é uma defensora ativa da EU-CAYAS-NET, baseando-se na sua experiência para inspirar outros que enfrentam desafios semelhantes.

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Diagnosticada com um tumor cerebral em tenra idade, a experiência de Marie-Therese Gubi foi marcada por desafios, mas também por uma força inabalável, um forte apoio familiar e um espírito notável. Hoje em dia, Marie-Therese é uma defensora ativa da EU-CAYAS-NET, aproveitando a sua experiência para inspirar outros que enfrentam desafios semelhantes. Jovem sobrevivente de um tumor cerebral

Qual é o teu nome? Que idade tens? De onde és?

O meu nome é Marie-Therese Gubi, mas todos me tratam por Marie e sou da Áustria

Qual é o teu diagnóstico?

Foi-me diagnosticado um tumor cerebral aos 3 anos de idade.

Leia a seguir · SobrevivênciaAma as pessoas como elas são: Uma conversa com Vanesa KaraivanovaDiagnosticada com leucemia em tenra idade, a história de Vanesa Karaivanova é uma história de resiliência e espírito duradouro. Agora com 24 anos, não só dança pela vida como também usa as suas experiências para defender outros que enfrentam desafios semelhantes. Esta entrevista mergulha na sua história, explorando as lições aprendidas, o apoio inabalável que encontrou e os objectivos que continuam a alimentar a sua paixão.

Como e quando soubeste do teu diagnóstico?

Os meus pais reconheceram algumas diferenças no meu comportamento e que eu me queixava frequentemente de dores de cabeça.

O que é que a experiência do cancro te ensinou?

Foi-me diagnosticado numa idade muito jovem, pelo que não experimentei realmente uma vida antes do diagnóstico e das suas consequências mais tarde. Mas, claro, reconheci mais tarde que tenho de ir mais vezes aos exames do que os meus colegas. Acima de tudo, ensinou-me que a saúde não é uma condição evidente e a organizar-me melhor na vida quotidiana devido às consultas.

O que te faz continuar todos os dias?

Saber que a minha experiência e empenho como defensora dos doentes pode dar um pequeno contributo para melhorar a vida de outros doentes.

O que mais te ajudou durante o processo de tratamento?

A minha família e os meus amigos que tornam a vida quotidiana mais fácil, com quem podes criar recordações e passar momentos divertidos. Mas, especialmente durante o meu período de tratamento, a minha família foi a companhia mais importante.

O que gostarias de realizar no âmbito da EU-CAYAS-NET?

Por um lado, conhecer muitas pessoas incrivelmente impressionantes e as suas histórias, aprender mais sobre mim próprio e, por outro lado, dar esperança e confiança a pessoas doentes e devolver um pouco do que recebi.

Tenta descrever-te em 3 frases:

Descrever-me-ia como sendo muito disciplinado e organizado. Novos desafios existem para serem ultrapassados e para cresceres com isso. Gosto de viajar e descobrir coisas novas.

O que fazes nos teus tempos livres?

Gosto de passar o meu tempo livre com os amigos e a família. Também gosto de jogar ténis nos meus tempos livres e de esquiar no inverno.

Pelo que é que te sentes mais grato na tua vida?

Para as pessoas que me apoiaram e acompanharam no meu percurso. Mas, sobretudo, à minha família, que esteve sempre ao meu lado durante o tratamento e a toda a equipa (médicos, enfermeiros, pessoal psicossocial) que me tratou e apoiou. Sem eles, não estaria hoje tão bem.

O que é que faz com que a tua vida tenha um objetivo?

Porque sei que superei algo que fez de mim o que sou. Aprecio muitas coisas mais do que outras e estou feliz por poder viver da forma que quero. E por mais estúpido que possa parecer, às vezes uma doença como esta também tem o seu lado bom: conheces pessoas fantásticas e abre portas que talvez não tivesses experimentado desta forma.

O que está na tua lista de desejos?

Adoraria voar até à Austrália ou à Nova Zelândia. Outra coisa na minha lista de desejos é voar num balão de ar quente.

O que fazes para relaxar?

Gosto de cozinhar ou fazer bolos, o que me ajuda a relaxar. Mas também gosto de dar um passeio e ouvir música.

Quais são algumas das tuas regras pessoais?

A saúde é o maior privilégio que podes ter. O copo está sempre meio cheio e onde há vontade, há um caminho.

Este artigo fornece apenas apoio informativo e não substitui o aconselhamento médico profissional, o diagnóstico ou o tratamento. Consulte sempre o seu profissional de saúde para decisões médicas.

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Este conteúdo foi criado durante o projeto EU-CAYAS-NET, cofinanciado ao abrigo do Programa EU4Health em 2022-2025 (convenção de subvenção n.º 101056918).

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Discussão & Perguntas

Nota: Os comentários servem apenas para discussão e esclarecimento. Para aconselhamento médico, consulta um profissional de saúde.

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